MANUAL DE PRÁTICAS DE ILUMINAÇÃO – Arte a iluminar a arte

VAJÃO, VitorLidel Edições Técnicas Ltda, Lisboa, 2015275 p., 23,8 x 17 x 2,1 cm, capa e miolo coloridos

Descrição

As ciências da luminotécnica e da biologia da visão comprovam a influência da luz, quer natural quer elétrica, no ver e sentir do ser humano. O seu impacto interfere na capacidade visual, no bem-estar, na criação de emoções, na saúde pública, no rendimento do trabalho e no consumo energético.

Esta obra, além de abordar os atuais conceitos para bem iluminar, incute sensibilidade, analisa as potencialidades das fontes de luz e dos equipamentos, diferenciando-se por mostrar pormenorizadamente “como fazer”, com exemplos de obra feita.

As técnicas descritas assentam em realizações museológicas e do patrimônio cultural. Estes locais, que apresentam práticas de iluminação de elevado rigor nos desenhos de luz, estão na gênese de qualquer projeto, seja de áreas residenciais, do setor de serviços, do comércio ou de instalações arquitetônicas, culturais e turísticas em geral.

Manual de Práticas de Iluminação, profusamente ilustrado com dezenas de imagens originais, reproduzidas a cores, privilegia informações destinadas não só aos vários profissionais ligados à criação de ambientes de luz – engenheiros, designers, arquitetos, decoradores, conservadores de museus – mas também aos estudantes das áreas de engenharia eletrotécnica, arquitetura e museologia nas cadeiras de design da iluminação.

PARTE 1 – SABER OLHAR, PARA PODER VER E SENTIR

Capítulo 1 – A sensibilidade à luzLuminotécnica: a essência do ver e do sentir (evolução conceitual; o sentir da luz); Luz e emotividade (Luz e escuridão, Luz e visão, Luz é vida, Luz e iluminação); O processo de visão (Como iluminar, Componentes do processo de visão, Características de cada componente – a luz solar, o objeto, o olho, iluminação saudável); Objetivos da iluminação museológica (Harmonia entre a luz e a pintura, Parâmetros de conceção).

Capítulo 2 – Bases da LuminotécnicaLuz e cor (Estímulos de visão, Receptores visuais, Receptores não visuais, Teoria da cor – definição de cor – colorimetria – avaliação da cor); Noções báxicas (Luz visível, Temperatura de cor, Fidelidade cromática, Diagramas espectrais, Metamerismo); Grandezas Luminoténcias; Terminologia mais freqüente (Elementos de visibilidade, Elementos de eficiência, Elementos condicionantes).

PARTE 2 – DA TEORIA À PRÁTICACapítulo 3 – A iluminação museológicaAmbiência emocional; Desenho de luz (Fatores determinantes, Diretrizes gerais, Diretrizes técnicas, Concepção do design – a luz, a rede elétrica – o projeto, A  montagem luminotécnica); Iluminar e preservar (Efeitos da incidência de luz – danos em pinturas – absorção seletiva da radiação IR – efeito de estufa – transferência de energia – temperatura e umidade -, Radiações UV – valoração das radiações UV, Controle de danos – regime expositivo); Especificações para iluminação museológica; Qualidade visual e ambiental (Percepção visual, Aspectos qualitativos da lua, Luz e ambiência, Desenhar com luz);Cálculos luminotécnicos (Método ponto por ponto; Método zonal;Equipamentos de medida (Luxímetro, Luminancìmetro, Medidos de UV-A, Espectrômetro).

Capítulo 4 – Sistemas de IluminaçãoFontes de luz (Luz diurna – reflexões das superfícies – Adaptação visual – Filtragem da luz solar -, Luz elétrica – Fontes de luz elétrica – Retirada de lâmpadas);Aparelhos e componentes (Luminárias – Emissões luminosas típicas – Seleção de luminárias -, Calhas eletrificadas, Fibras óticas);Comando e controle da luz (Comando seletivo da iluminação).

PARTE 3 – COMO FAZER

Capítulo 5 – Construção do ambiente luminosoExteriores (Fachadas, Pendões e telas);Acessos Interiores (Entrada e recepção – Esquemas de luz – Principais requisitos – Como concretizar – Cuidados particulares -, Áreas de circulação – Esquemas de luz – Principais requisitos – Como executar – Cuidados particulares);Espaços expositivos (Luz ambiente – Principais requisitos, Luz difusa geral – Luz de encenação espacial – Cuidados particulares -, Luz de realce – Conceitos do design – Exigências qualitativas – Importância da luz de realce – Os equipamentos – Critérios para execução e cuidados particulares).

Capítulo 6 – Estratétias para poder verI. Execução de iluminação museológicaElementos básicos para concepçãoA montagem luminotécnicaIluminação em planos verticais (Quadros com pinturas, Tapeçarias, Painéis de azulejos, Baixos e altos relevos);Objetos tridimensionais (Estratégias, Composições de luz, Estratégias na iluminação de esculturas, Realçar com sombras, Efeito de contraluz);Encenações museográficasNúcleos expositivos (Vitrines, Armários, Mesas expositoras, Caixas de luz, Nichos, Painéis informativos, textos e legendas);Exposições temporárias itinerantes

II. Luz Complementar em EdifíciosLuz de serviçoLuz de vigilância e alarmeLuz de segurança (Iluminação de circulação, Iluminação antipânico);Operacionalidade das instalações (Exploração – Comandos de atuação manual – Comandos automáticos de ação simples – Comandos automáticos de ação múltipla -, Manutenção).
EpílogoBibliografia

Informação adicional

Peso 830 kg

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