ARTE E PERCEPÇÃO VISUAL – Uma Psicologia da Visão Criadora
ARNHEIM, Rudolf

Ed. CENGAGE Learning, 1980
503 p., 21,5 x 15,5 x 2,7 cm, capa 2 cores, miolo pb.

REF: cor18082014 Categoria:

Descrição

Desde a publicação da 1ª. edição nos Estados Unidos, esta obra consagrou-se como um “clássico” e continua, praticamente, única na bibliografia universal. A 2ª. edição americana é, em grande parte, nova, não apenas no fraseado mas também no conteúdo, produto de vinte anos de preocupação ativa com o assunto – levando à supressão do superficial para aumento do essencial.

As edições desta obra têm merecido as mais elogiosas referências da crítica e a mais ampla recomendação nos meios universitários, não só pela excelente tradução e padrão gráfico, mas também por sua fidelidade ao original – reproduzindo todas as 280 ilustrações, notas, bibliografia e índice remissivo, o que se tornou possível graças ao precioso aval e à colaboração na 1ª. edição da Editora da Universidade de São Paulo – EDUSP.

ARNHEIM aplica os princípios e as novas interpretações da Psicologia moderna ao estudo da Arte; descreve o processo visual que se desenvolve quando as pessoas criam – ou observam – obras nos diferentes campos das Artes e explica como a visão organiza o universo visual de conformidade com definidas leis psicológicas. Longe de ser um registro mecânico de elementos sensórios, a visão prova ser uma apreensão verdadeiramente criadora de realidade – imaginativa, inventiva, perspicaz e bela. A boa teoria de Arte deve cheirar a estúdio, embora sua linguagem deva diferir da conversa coloquial dos pintores e escultores.

Arte e Percepção Visual é um dos mais importantes lançamentos de todos os tempos na bibliografia nacional no campo da Arte – obra de leitura e referência indispensável para profissionais e estudantes de todas as matérias ligadas às Artes em geral e à Psicologia.

 

Capítulo 1 EQUILÍBRIO

A estrutura oculta de um quadrado; Que são forças perceptivas?; Dois discos num quadrado; Equilíbrio psicológico e equilíbrio físico; Por que equilíbrio?; Peso; Direção; Padrões de equilíbrio; Alto e baixo; Direita e esquerda; O equilíbrio e a mente humana; Madame Cézanne numa cadeira amarela.

 

Capítulo 2 CONFIGURAÇÃO

A visão como exploração ativa; Captação do essencial; Conceitos perceptivos; O que é configuração?; A influência do passado; Ver a configuração; Simplicidade demonstrada; Nivelamento e aguçamento; Um todo se mantém; Subdivisão; Por que os olhos com freqüência dizem a verdade?; Semelhança e diferença; Exemplos tomados da arte: O esqueleto estrutural.

 

Capítulo 3 FORMA

Orientação no espaço; Projeções; Qual é o melhor aspecto?; O método egípcio; O escorço; Sobreposição; Qual é a vantagem da sobreposição?; Interação entre o plano e a profundidade; Aspectos competitivos; Realismo e realidade; O que é que tem aparência de realidade?; A forma como invenção: Níveis de abstração; La Source; Informação visual.

 

Capítulo 4 DESENVOLVIMENTO

Por que as crianças desenham assim? A teoria intelectualista; Elas desenham o que vêem; Conceitos representativos; O desenho como movimento; O círculo primordial; A lei da diferenciação; Vertical e horizontal; Obliqüidade; A fusão de partes; Tamanho; Os erroneamente chamados girinos; Tradução para duas dimensões; Conseqüências educacionais; O nascimento da forma na escultura; Hastes e placas; O cubo e a esfera.

Capítulo 5 ESPAÇO

Linha e contorno; Rivalidade de contorno; Figura e fundo; Níveis de profundidade; Aplicação na pintura; Molduras e janelas; Concavidade na escultura; Por que se vê profundidade?; Profundidade por sobreposição; Transparência; As deformações criam espaço; Caixas em três dimensões; Ajuda do espaço físico; Simples ao invés de verdadeiro: Os gradientes criam profundidade; No sentido de uma convergência de espaço; As duas raízes da perspectiva central; Não uma projeção fiel; Espaço piramidal; O simbolismo de um mundo focalizado; Centralidade e infinito; Jogando com as regras.

 

Capítulo 6 LUZ

A experiência da luz; Claridade relativa: Iluminação; A luz cria espaço; Sombras; Pintura sem iluminação; O simbolismo da luz.

 

Capítulo 7 COR

Da luz à cor; Configuração e cor; Como as cores acontecem; As primárias geradoras; Adição e subtração; Complementares geradoras; Um meio instável; A busca da harmonia; Os elementos da escala; Sintaxe das combinações; As complementares fundamentais; Interação da cor; Matisse e El Greco; Reação à cor; Cor quente e cor fria.

 

Capítulo 8 MOVIMENTO

Acontecimentos e tempo; Simultaneidade e seqüência; Quando vemos o movimento?; Direção; As revelações da velocidade; Movimento estroboscópico; Alguns problemas de montagem de filmes; Forças motoras visíveis; Uma escala de complexidade; O corpo como instrumento; A imagem corporal sinestésica.

 

Capítulo 9 DINÂMICA

A simplicidade não é o suficiente; A dinâmica e suas interpretações tradicionais; Um diagrama de forças; Experimentos sobre tensão dirigida; Movimento imóvel; A dinâmica da obliqüidade; A tensão na deformação; Composição dinâmica; Efeitos estroboscópicos; Como ocorre a dinâmica?; Exemplos tomados da arte.

 

Capítulo 10 EXPRESSÃO

Teorias tradicionais; Expressão inserida na estrutura; A prioridade da expressão; Simbolismo na arte: Notas.

 

Bibliografia

Índice Remissivo.

Informação adicional

Peso 670 kg

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